Achadinha: o jogo que cava as suspeitas sobre Flávio Bolsonaro
Em Achadinha, você cava o subsolo de Brasília e cada camada de terra revela um fato documentado pela imprensa sobre o senador Flávio Bolsonaro. Quanto mais fundo, mais antigo o caso: das mensagens com Daniel Vorcaro em 2025 até as rachadinhas na Alerj e a relação com Adriano da Nóbrega. Todos os cards trazem a fonte jornalística.
Rachadinhas na Alerj
O MP-RJ acusou Flávio Bolsonaro de liderar um esquema de devolução de salários no gabinete da Assembleia Legislativa do Rio, operado pelo ex-assessor Fabrício Queiroz. O caso começou com um relatório do Coaf sobre movimentação atípica de R$ 1,2 milhão. A denúncia perdeu a base quando STJ e STF anularam as provas.
Adriano da Nóbrega e a milícia
A mãe e a ex-mulher do ex-PM Adriano da Nóbrega, apontado pelo MP-RJ como chefe do Escritório do Crime, trabalharam no gabinete de Flávio. Adriano foi morto na Bahia em 2020 sem ter sido julgado. Flávio diz que as contratações eram feitas por Queiroz.
Brazão e o “Peixe”
Um relatório da PF enviado ao STF mostra conversas entre uma assessora de Flávio no Senado e Robson Calixto Fonseca, o “Peixe”, assessor de Domingos Brazão. Depois delas, Flávio destinou uma emenda de cerca de R$ 200 mil a uma ONG na área de influência dos irmãos Brazão.
Daniel Vorcaro e o Banco Master
Reportagens do Intercept e da piauí revelaram mensagens e áudios de Flávio pedindo a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, dinheiro para o filme Dark Horse. Vorcaro foi preso na Operação Compliance Zero e o inquérito segue em andamento. Flávio havia dito à Folha que nunca teve contato com ele.
Flávio Bolsonaro não foi condenado em nenhum desses casos. O jogo reúne suspeitas e investigações noticiadas e, quando existe, a versão do senador. Veja a linha do tempo completa.
Placar do jogo
— partidas jogadas
Jornalista0 (0%)
Eleitor PT0 (0%)
Eleitor PL0 (0%)
Apoie o jornalismo independente
Manter o site no ar tem custo. Com o seu apoio, podemos contratar jornalistas e investigar mais.